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Com que som eu vou?


Alta, baixa, hard rock, surf music, rasta, clássica e milhares de sonoridades diferentes para apreciarmos...nada como uma boa música, uma boa pasta e um bom vinho para relaxar, ou quem sabe um bom rock 'n roll pra agitar e sacodir a poeira!?
É meus caros, todos temos gostos diferentes mas sentimos a mesma coisa: o prazer em ouvir aquela canção que parece que foi feita para nós, que nos distancia do real e nos aproxima dos sonhos...

Mas você sabe a origem da música?

Bem, primeiramente, o termo música origina-se do grego musiké techne, que significa a arte das musas. É uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar sons e silêncio seguindo ou não uma pré-organização ao longo do tempo.

Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons.

Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. Ela expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades, não só como arte, mas também como a militar, a educacional ou a terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

Não há dúvidas de que a música nos proporciona diversos benefícios. Mas você sabe quais são alguns deles?

1- A música provoca um forte impacto no cérebro e deve ser encorajada nas crianças desde cedo;
2- Tocar instrumentos fortalece e melhora a coordenação motora;

3- O estudo musical amplia o raciocínio nas crianças na escola;

4- Crianças que estudam música têm melhor comportamento em salas de aula e apresentam uma redução de problemas disciplinares;

5- Pessoas de mais idade envolvidas em fazer música, têm melhorias significativas na saúde;

6- O desenvolvimento musical faz reduzir os sentimentos de ansiedade, solidão e depressão;

7- A música diminui o estresse e reforça o sistema imunológico;

8- Estudos comprovam que, aulas de piano ou teclado para idosos, provocam aumento do hormônio do crescimento, colaborando no aumento do nível de energia, das funções sexuais e da massa muscular, evitando osteoporose e rugas;

9- Em todas as idades, a música reforça o sentimento e convivência em grupo, proporcionando melhorias no relacionamento interpessoal.

É isso aí pessoal, não importa qual o seu gosto musical, qual o seu estilo favorito, o importante é ouvir sempre uma boa música e relaxar!

Novos Horizontes


Quase sete meses!!! Quase uma gestação completa!!!
Faz muuuiito tempo que não postamos mais, meus caros.
Em nome da equipe Paraíso Artificial quero pedir desculpas à vocês. Houve alguns problemas de percurso que fizeram com que nos afastássemos um pouco...talvez precisássemos pensar, pensar sobre o tudo e como esse tudo pode mudar completamente nossas vidas.
Desde 28 de Fevereiro, última postagem, os destinos dessas quatro pessoas que compunham este blog mudaram. Talvez alguns de nós (ou talvez todos) não percebemos a diferença ou a mudança como um todo. Nunca está como queríamos e nunca vai estar. Mas enfim, somos seres humanos e nunca estamos satisfeitos...
Mas afinal, o que nos fez distanciar esse tempo todo de vocês, meus queridos leitores?
A resposta é simples, a vida. Aconteceram tantas coisas, tempestades, invernos rigorosos e primaveras encantadoras em nossas pobres vidas que nos esquecemos um pouco de nosso lado, digamos, poético.
Não pensem que não escrevemos nesse meio tempo. Pelo contrário, escrevemos sempre porque a escrita é nosso meio de vida, nosso ar, sem ela nada faria sentido e nada seria tão valioso quanto olhar uma flor e conseguir ver nela a mais bela poesia divina.
Sim, eu vou confessar, não escrevi todos os dias. Digo escrever literalmente, com o papel e a caneta, mas escrevi com meus olhos e meu coração as nuvens no céu, o vento que amaciava meus ouvidos com suas poesias. Escrever não é somente um ato mas sim a humildade de olhar para o todo e enxergar o que ninguém quer ver, ou até mesmo não consegue, porque foram cegados pelo seu próprio ego.
E depois de tantas obeservações, consoantes, vogais, estamos de volta, dessa vez para ficar! Podem esperar muitas mudanças, novidades, novos quadros e novas pessoas. Sim, porque o tempo muda e faz com que mudamos com ele, mesmo que isso seja imperceptível aos nossos olhos. Talvez esse fosse um tempo necessário, para que tivéssemos a chance de nascer de novo e perceber o mundo através de novos horizontes.
É isso aí, novos ares, novas esperanças para aqueles que um dia, puderam mudar, de alguma forma, a vida de outros jovens.

Beijos,



Thee

Novo Script


Vocês já devem estar cansados de ouvir sobre amores não correspondidos, amores proibidos (coisas de novela), ou amores destruídos, mas ninguém consegue viver sem uma dorzinha no coração. Faz parte da natureza humana. Precisamos sofrer pra sentir, viver, aprender, enfim, sermos humanos.
Mas chega-se a um ponto que tanto sofrimento machuca, corrói, destrói. Aí não aguentamos mais. Aquele "conto de fadas" que parecia talvez ter um final feliz, terminou com a mocinha aprisionada e o vilão em "bons lencóis". Choramos, lamentamos e aquele triângulo amoroso acabou por deixar marcas irreversíveis (triângulo porque sempre precisamos de alguém para dar um suspense). Sabíamos que nunca daria certo, mas a vontade de ver como vai ser o fim da história é tão grande, que até valia a pena continuar a escrever.
E nos perguntamos, onde foi que eu errei? Qual foi meu tropeço? Não consegui controlar os personagens, seus desejos e impulsos. Eles tinham vontade própria, mesmo a ideia tendo sido escrita por mim: o cenário, o figurino, as falas e cenas. Mas era maior que minha imaginação.
E agora? Vou fazer o quê? Escrever novamente, mesmo sabendo de todos os riscos e consequências? Ou tentar um novo script? Talvez dê certo. Imaginarei novos mundos, reinos, roupas, falas e...os mesmos atores?
Tenho certeza que haverão novos merecendo uma chance de aparecer e mostrar seu potencial. E olha que não é difícil de achar. Muitas vezes estão na nossa frente e não percebemos. Estão perdidos por aí, fazendo peças infantis, teatros, cinema independente. Acho que vou mudar algumas rotas de finais de semana. Surpreender-me com aquilo que ainda não consigo ver mas posso sentir.
E os, digamos, experientes mas que já saíram da mídia? Que vão procurar outra escritora. Ou não, tavez possam fazer algum freelance como coadjuvantes. Agora é hora de dar oportunidades à novas histórias, novos atores, novas ideias.
E quanto ao triângulo amoroso, sempre haverá. Mas desta vez, só há lugar para dois personagens principais.

Para algum lugar, lugar nenhum

É chegada a hora de decidir, de idealizar aquilo que um dia foi imaginário.
O talvez não é mais suficiente, a sombra não acolhe mais e a cobertura quebra-se em mil pedaços, deixando para trás os rastros de um sonho que enfim tornou-se real.

É hora de saber, de cheirar, sentir, seduzir, alimentar, explodir. É hora de deixar a insegurança para trás. Ou melhor, continuar com ela já que sempre será a companheira que nos torna mais fortes. Nos faz descobrir o que perdemos por dizer um não, mesmo que essa aventura seja arriscada, desesperada, ou esperada há muito tempo.

É tempo de tirar os curativos, deixar que as nossas asas respirem o ar do desejo, do palpável, da realidade irreal que mantemos acolhida. Até agora. Manteremos sim, mesmo que este momento passar, mas não da mesma maneira. Nossa realidade vai mudar, ser lapidada pelos buracos no caminho da incerteza, ser modificada pelos corações partidos, choros reprimidos, risos sinceros, abraços queridos, olhares desencontrados, sentimentos confusos.

Acordar sem saber que dia é, comer o que quiser, abraçar sem culpa, beijar com desejo, sentir na pele, rir, correr na praia, sentir o vento em seu rosto, não pensar em nada. Apenas dividir o momento com as árvores pelo caminho, com as flores que vão surgindo, com o som do eco em seu coração, gritando aos quatro ventos a liberdade prisioneira da felicidade.

É tempo de desapegar-se. De crer fervorosamente que o tempo muda, cria, colori, apaga, recorda, recria, muda novamente. Tudo isso apenas para tatuar na brisa o seu nome. Ela vai levá-lo muito longe e mostrar seu verdadeiro lugar: a imensidão de lugar algum.

Teorias.

Olá pessoal, sentiram a falta? Primeira postagem oficial do ano *-*

E Hoje venho falar de um tema que eu e meus amigos estávamos discutindo.

Quem nunca fez aquelas perguntas das quais desconhecemos as respostas? Quantas vezes fomos de encontro a escrita milenares ?

E quem nunca bolou suas próprias teorias?

Às vezes sinto que este universo de pensamentos é muito maior do que o que vivemos. É como se cada resposta "achada" nós desse abertura para outras milhares e que quanto mais pensamos, mais tudo começa a não fazer sentido.

E essa sensação desconfortável de adentrarmos na imensidão das interrogações começa a mostrar o quão pequeno somos diante disso tudo.

Sinceramente, tenho dúvidas ao ler parábolas datadas de quando nem pensava em nascer. Não sei se realmente elas aconteceram ou não é só mais um conto da Carochinha... Nossa, complicado né?!

Mas quem nunca pensou assim, que atire a primeira pedra!

O fato de podermos pensar em qualquer coisa é o que faz com que sejamos diferentes, temos o livre arbítrio de pensar no que quisermos, não importa o quão 'cabeludo' seja o pensamento. Inevitável não surgir perguntas que batem de frente com as regras da sociedade, mas o fato é que pensar nelas que faz com que a vida tenha um propósito; para que ao chegarmos no final talvez consigamos tais respostas.

O que eu sei é que são as perguntas que movem o mundo. São de perguntas e conspirações que nascem as grandes teorias como a do Big Bang, dos átomos, da gravidade...

Mas também tenho o conhecimento que nem os grandes gênios conseguiram desvendar as questões básicos do quem, onde e pra onde...

Sabe, as vezes acho que pensar nisso pode nos deixar loucos, mas não seria loucura da nossa parte não pensar nisso?

Um tema difícil de se falar, espero que tenham me entendido e que sintam o mesmo :S

Abraço pros Piás, beijo para as Gurias!

Tenso e Complicado

Oii

Primeira postagem de 2010!

Bom como perceberam as postagens estão ficando meio difíceis de serem postadas todos os dias, inclusive por que minha equipe está ocupada. :(

Todos temos compromissos...

Mas amanhã ou depois de amanhã colocarei um texto para vocês

Não pensem que abandonamos o Blog ou vocês! Logo logo haverão mais e mais postagens!

Abraço pros Piaás, beijo pras Gurias!

Retrospectiva.


Fim de ano, a época mais gostosa e mais tensa de todos os tempos.

Ao mesmo tempo que vai chegando a alegria, o espírito de família unida, quase que automaticamente chega a nossa hora de botar as cartas na mesa e fazer um balanceamento do que vivemos no ano.

Será que eu fiz tudo que eu queria? Será eu fiz tudo certo? Não deixei passar nada despercebido? E se... Aos poucos e bem sorrateiramente essas perguntas começam a chegar, e quanto menos tentamos pensar, mais aflitos ficamos. Quando começamos a perceber que já se passaram quase 365 dias de sua vida e não sei quantas mil horas, o desespero surge como uma Fênix em nosso interior apertando com força nosso coração em suas garras.

O aperto de sentirmos que podíamos ter feito a diferença em uma certa situação, é muito mais forte do que se quebrássemos um dedo ou coisa parecida. Talvez seja por ser uma dor interior, uma dor na alma.

Somente uma tarefa que deve ser diária, mensal e anualmente feita pode curar: a tarefa carpe dien. Aproveitar o dia sem medo de ser feliz é o melhor a ser feito e não sofrerá com o arrependimento. Mas não digo para aproveitar o dia se desprendendo da realidade, do futuro, mas sim de aproveitar de um jeito consciente e que ao chegar no fim do ano você possa gritar com toda satisfação 'truco!' jogando todas as suas cartas na mesa.

Porém tudo tem seu lado positivo. Mesmo com garras cravadas em nossos corações, podemos tirarproveito da dor e termos a chance de fazer diferente no próximo ano que está...tão perto. Só com esse pensamento positivo conseguimos fazer com que a ave volte as cinzas e não nos atazane mais.

Afinal, o que passou, passou e infelizmente não volta mais. Não adianta martirizarmos por algo que já fizemos, o que precisamos mesmo é ficarmos atentos para que na próxima retrospectiva a Fênix não ressurja das cinzas e abra novamente as feridas que estavam quase cicatrizadas em nossos corações. E acreditem, essas feridas só cicatrizarão se você fizer o seu dever diário.


AbraçoO pros Piás, beijoO pras Gurias! :D


E já passaram por aqui...